DIA DA CRIANÇA COM SÍNDROME DE DOWN

Comemora-se em todos os anos em 21 de março o Dia da Criança com síndrome de Down. É uma data especial, como são especiais todas as crianças com a síndrome. Tenho uma neta portadora dessa síndrome que, desde seu nascimento, tornou-se elemento de integração e união da família. Todos têm por ela particular carinho e dedicação, que retribui com sorrisos e gestos de amor.

As crianças com síndrome de Down são naturalmente carinhosas, sem maldade. Hoje, estou convencido de que são mestras involuntárias na arte de gerar solidariedade, altruísmo e valorização da vida naqueles que com elas convivem, pois, se, de um lado, necessitam de mais atenção, fazendo com que os familiares superam divergências e problemas menores, que sempre ocorrem no convívio diário, por outro ensinam que a vida tem momentos difíceis e que nenhuma pessoa é uma entidade isolada. Todos precisamos de todos – e os que mais precisam ensinam a importância da doação aos que menos precisam.

Apesar de ter uma família em que o amor esteve sempre presente entre seus membros (somos 16, entre Ruth, eu, filhos, netos, genro e nora), tenho a certeza de que todos, hoje, somos mais ricos por termos recebido este tesouro de amor, que é Daniela.

Meus netos,quando chegam a sua casa, correm para abraçá-la e para com ela brincar. Ela retribui sempre, com sorrisos e gestos de carinho.

Felizmente, hoje, com todas as novas técnicas de estímulo e educação, cada vez, mais as crianças com Down se integram melhor à sociedade, ensinando-nos também o valor da solidariedade humana. Esta mesma impressão colhi do senador Lindbergh e de sua esposam Maria Antonia Goulart, que têm a alegria de uma filha Down, que amam profundamente. Termino este breve artigo para o jornal do Brasil e o jornal do Interior com o soneto que fiz, no dia de nascimento de Daniela, em 5 de junho de 2010:

 

DANIELA

Ninguém comanda,

Em vida, seu destino.

Por mais que se procure

O próprio rumo,

Nem mesmo os sonhos

Tidos em menino

Não assumi e nem agora assumo.

O senhor, que conduz nossa passagem pela letra, define a curta estrada,

Nós não temos assim qualquer blindagem,

Enquanto estamos nós na caminhada.

Com alegria e dores, Deus oferta

Aquilo que é melhor pra nosso bem,

E mesmo se parece a dose incerta

É sempre D´Ele que esta lição vem.

Querida Daniela, amo-te tanto,

Enquanto a virgem cobre-te

Em seu manto.

IVES GANDRA DA SILVA MARTINS

 

 

Mercado esta em busca de Pessoas com Deficiência

O mercado de trabalho tem vagas e quer contratar profissionais com deficiência em 2012. Os últimos dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), de 2010, do Ministério do Trabalho e Emprego, mostram que havia 44,1 milhões de trabalhadores com carteira assinada até o final daquele ano. Desses, 306 mil foram declarados como pessoas com deficiência, representando apenas 0,7% do total de pessoas com contrato formal de trabalho no período.
O baixo número de deficientes no mercado de trabalho tem dois motivos principais: falta de qualificação profissional e preconceito. Então é hora de se qualificar, e rápido.
Atualmente há pelo menos 580 vagas em São Paulo abertas para quem quer se qualificar gratuitamente e também derrubar a barreira do preconceito.
Os cursos, oferecidos por organizações sem fins lucrativos, fundações e parcerias entre escolas de ensino, empresas e poder público, vão dos básicos de comportamento no meio corporativo até os específicos, como auxiliar de serviços gerais no setor de construção civil e avaliador olfativo, especialização para quem quer trabalhar com perfumes e aromas.
Uma dessas organizações que oferecem mais de 60 cursos é a Avape. As vagas vão se abrindo conforme a demanda por formação, mas há mensalmente pelo menos 200 pessoas com deficiência ingressando nos cursos oferecidos pela entidade em São Paulo.
“Se em pleno 2012 ainda há empresas que têm preconceito em ter essas pessoas em seus quadros de trabalho, imagina se o deficiente não tiver capacitação. Essa pessoa não consegue entrar no mercado de trabalho”, afirma Marcelo Vitoriano, gerente de capacitação e inclusão da Avape.
A entidade trabalha também com cursos customizados, feitos em parceria com outras organizações e empresas. Já houve cursos realizados junto com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), com a loja de material de construção C&C e com o hospital A.C. Camargo.
O poder público também tem casos de parceria com empresas e escolas de capacitação profissional para incluir deficientes no mercado de trabalho. Na semana passada, o Centro de Apoio ao Trabalhador (CAT), da Prefeitura de São Paulo, anunciou o trabalho conjunto com a empresa do setor de construção civil WTorre para a formação de 100 deficientes pelo Senai para atuar no ramo, sendo 80 vagas ainda abertas. “Serão formados por um ano e desde o início estão contratados, recebendo salário de R$ 1,1 mil por mês”, afirma Daiane Oliveira de Paula, gerente do programa Inclusão Eficiente da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e do Trabalho.
Olfato – Outra organização que também está com vagas abertas para formação profissional é a Fundação Dorina Nowill, que atende deficientes visuais. Há 40 vagas para informática e 10 para capacitação na área de avaliação olfativa.
“O curso de avaliação olfativa foi uma iniciativa da empresária Tânia Bulhões. Essas pessoas poderão sair daqui e atuar no setor de perfumaria, cosméticos, higiene e até automotivo”, comenta Edson Defendi, coordenador de empregabilidade da Fundação Dorina Nowill.
A primeira turma de avaliação olfativa se forma este mês e deve iniciar um estágio prático em empresas parceiras do projeto.
A dica para o deficiente que quer entrar no mercado é se qualificar. “As pessoas precisam correr atrás para estar melhor preparadas. Não é porque existe a Lei de Cotas (obriga empresas com mais de 100 pessoas a contratar deficientes) que acontecerá uma mágica e terá um emprego”, comenta Vitoriano. mais informações:http://www.fundacaodorina.org.br/
As entidades fazem avaliação do perfil do deficiente para encaixá-lo no setor em que ele melhor se enquadra. Mas curso de informática é básico para todos. E quem estuda línguas, como inglês, consegue se destacar.

Fonte: http://cetspeducacao.blogspot.com.br

Pesquisadores da USP desenvolvem chip para que pessoas com deficiência possam voltar a andar

Em Avatar, filme dirigido por James Cameron, o ex-fuzileiro Jake Sully (interpretado por Sam Worthington) é paraplégico. Mas, quando decide participar do Programa Avatar, suas conexões neurais o conectam a um avatar e então o ex-fuzileiro consegue andar. No filme, isso só ocorre quando o cérebro de Sully consegue controlar, de forma virtual, o seu avatar no belo mundo de Pandora.

No mundo real, apesar de muitos estudos científicos sobre o tema, ainda não é possível fazer uma pessoa com as limitações de Jake Sully voltar a andar. Mas cientistas brasileiros estimam que isso pode começar a ocorrer em 2030. A ideia de pesquisadores do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da Universidade de São Paulo (USP), campus de São Carlos, é que um chip seja implantado na parte mais externa do córtex cerebral. Quando for ativado, esse dispositivo poderá comandar os movimentos de uma pessoa com deficiência física por meio de um exoesqueleto (espécie de esqueleto artificial feito de metais resistentes).

“À medida que um campo magnético mantido fora da cabeça se aproximasse desse chip, ele iria se energizar e passaria a ler e enviar os comandos do cérebro para fora, utilizando essa mesma energia”, explicou em entrevista à Agência Brasil Mario Alexandre Gazziro, professor do Departamento de Ciência da Computação da USP.

O mecanismo está em estudo por um grupo de pesquisadores de São Carlos, do qual participa Gazziro. A pesquisa está sendo desenvolvida em parceria com a Universidade do Sul da Flórida, nos Estados Unidos, com a participação do professor Stephen Saddow. “Certamente essa é a solução mais promissora para fazer com que, por meio de esqueletos mecânicos ou robotizados, paraplégicos e pessoas com outras deficiências voltem a andar de novo”, disse o professor da USP.

Atualmente, segundo ele, o que existe em termos de experimento nesse sentido é a instalação de eletrodos no cérebro. “O que se faz é colocar o eletrodo dentro do cérebro, diretamente, nos experimentos. Não está disponível comercialmente nem [foi] aprovado pela Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária]”, lembrou Gazziro.

O novo chip, no entanto, funcionaria de forma semelhante ao sistema implantado no personagem Neo, do filme Matrix, mas sem o uso de um fio. “Imagine que aquela conexão na cabeça que é feita neles [personagens do filme] seria feita só de se chegar próximo [à cabeça]. Esta é a nossa proposta: uma interface em que colocamos um chip dentro do cérebro e ‘conversamos’ com o chip só de chegarmos próximo [a ele]”, disse.

Além do chip sem fio, uma condição para que um paraplégico volte a andar, nessa situação, será o desenvolvimento de exoesqueletos. “Precisará ter um exoesqueleto, um esqueleto [robótico] para movimentar perna e braço. Esse exoesqueleto teria uma antena, escondida embaixo do cabelo. O chipseria colocado em uma região específica do córtex. E a pessoa aprenderia a usar aquele membro eletrônico. Seria como aprender a andar de novo”, explicou o professor. Segundo Gazziro, a tecnologia de criação do exoesqueleto está bem encaminhada.

A pesquisa, que será desenvolvida no instituto durante três anos, pretende focar no desenvolvimento de chips sem fio e de baixo consumo. Eles serão feitos com material biocompatível, como o carbeto de silício, que, segundo a equipe de pesquisa coordenada por Saddow, tem a propriedade necessária para desenvolver uma interface cerebral.

“É um chip especificamente desenhado para ser interligado ao córtex motor. O que fazemos aqui é uma complementação do estudo do professor Miguel Nicolelis [que pretende construir um exoesqueleto robótico, comandado diretamente pelo cérebro, para que pessoas com paralisia voltem a andar], que tem conhecimento das pesquisas feitas em São Carlos. O que fazemos é propor uma solução para tirar o fio que atualmente seria usado em uma interface cerebral”, disse o professor.

O estudo está dividido em duas partes. A primeira aborda a questão da biocompatibilidade, que já foi resolvida pela universidade norte-americana. A outra, considerada um gargalo no mundo científico, trata da redução do consumo de energia pelo chip, o que ficará a cargo dos pesquisadores da USP. “Em parceria com o pessoal do sul da Flórida, estamos desenvolvendo novas técnicas para baixar o consumo do chip de forma que, nos próximos quatro ou cinco anos, consigamos ter um com pouca energia conseguindo funcionar dentro do cérebro”, disse o professor.

Depois de desenvolvido, o chip de baixo consumo será testado em ratos. “Nossa estimativa é que isso [implantar o chip em ser humano com sucesso] possa vir a se tornar corriqueiro no dia a dia em torno de 2030. O processo de validação para humanos leva mais de dez anos. Estamos com o plano de terminar nossos chips entre 2018 e 2020. A partir daí, serão mais dez anos de estudos clínicos para poder validar para uso comercial”, explicou.

O estudo, denominado Interface Neural Implantável, foi aprovado pelo programa Ciência sem Fronteiras, do governo federal, e tem apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). “Atualmente temos R$ 250 mil, que acabaram de ser aprovados. E estamos pleiteando mais R$ 2 milhões nos próximos anos. Mas, como vamos usar a fábrica de chip experimental da Flórida, esses R$ 250 mil já vão ser suficientes para fazer os primeiros. Não estamos com carência de recursos. Para cumprir essa meta para os primeiros chips, esse orçamento já cobre. Mas estamos pedindo mais orçamento para aprimorar e construir processos de fabricação industrial aqui”, disse Gazziro.

Além de possibilitar que, no futuro, pessoas com deficiência possam voltar a andar, o projeto pretende impulsionar a pesquisa e a indústria nacional. “Se esse projeto for bem administrado, mantendo a propriedade intelectual e fazendo a transferência para a indústria, ajudará não só as pessoas, mas a indústria médica no país. O interessante seria dar incentivo para que empresas nacionais, via incubadoras, fabricassem esses sistemas, podendo gerar renda [para o país]”, destacou o professor.

Elaine Patricia Cruz

Fonte: Agencia Brasil

Maranhão – Pessoas com mobilidade reduzida lutam por oportunidades de trabalho

Em Caxias, pessoas superam as dificuldades e se destacam.
Segundo psicólogos, autoestima é fundamental.

Muitas pessoas que estão em busca de um lugar no mercado de trabalho, mas tem mobilidade reduzida. Em Caxias, o exemplo de gente que porta alguma deficiência física ou idosos que estão em plena busca de emprego ou que já conseguiram uma vaga.

Muitos dos problemas enfrentados por pessoas com deficiência têm origem na falta de acessibilidade. Como ir ao trabalho ou frequentar a escola sem transporte adequado e obstáculos nas ruas e calçadas?

Mas as barreiras para entrar no mercado de trabalho, mesmo havendo cotas que obrigam as empresas a contratar pessoas com deficiência, vão além da falta de acessibilidade, o psicológico é determinante e ai que entra a autoestima.

Madalena e Kessilene têm muito em comum. As duas trabalham na mesma empresa, quando crianças forma vítimas da paralisia infantil e não deixaram o preconceito se sobrepor a vontade de ser uma pessoa produtiva. A consultora em Recursos Humanos, Rejane Sousa falou sobre os desafios das pessoas com mobilidade reduzida. “Existem três barreiras: as estruturais, as educacionais e as sociais. A mais importante é a barreira estrutural, a empresa precisa ter uma estrutura para receber esse profissional, as pessoas precisam ter um apoio e ser preparadas para receber esse profissional com mobilidade reduzida, porque eles encontram discriminação”, afirmou.

“Existem mais vagas por conta do crescimento da indústria. A partir de cem funcionários numa empresa já é determinado uma cota para pessoas com deficiência, mas muita gente ainda fica de fora do mercado. As pessoas estão buscando se preparar e não estão mas dependendo apenas de um benefício, eles demosntram um potencial”, esclareceu.

Fonte:http://g1.globo.com

Intersetorialidade permeia discussões sobre políticas públicas para pessoas com deficiências

Da Redação

A intersetorialidade para o atendimento das pessoas com deficiência em Cuiabá irá permear as discussões propostas pelo “Seminário Políticas Públicas para Pessoa com Deficiência”, que será realizado nesta quinta-feira (12-07), em Cuiabá. O evento, promovido pela Secretaria de Assistência Social e de Desenvolvimento Humano de Cuiabá, será realizado das 8h00 às 17h00, no Hotel Fazenda Mato Grosso.

O Sistema Único de Assistência Social (SUAS), a assistência da saúde a pessoa com deficiência, a inclusão social, as salas de recursos multifuncionais, as políticas públicas e os serviços ofertados pelo Centro de Reabilitação Integral Dom Aquino Corrêa (CRIDAC), os direitos e o acesso às políticas de proteção social e acessibilidade são temas que compõem o ciclo de debates.

Os 13 Centros de Referência e Assistência Social (CRAS), instalados em áreas com maiores índices de vulnerabilidade e risco social, oferecem a prestação de serviços e programas socioassistenciais de proteção social básica, promovendo a inclusão e acesso a cursos profissionalizantes para pessoas portadoras de deficiência.

Além desse trabalho, a Secretaria de Assistência disponibilizou cursos profissionalizantes em parceria com Associação dos Surdos e Instituto dos Cegos de Mato Grosso para desenvolvimento de atividades nas áreas de informática básica e intermediária, curso de massagista e de almoxarifado com ênfase em serviços gerais. Por meio do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) também será disponibilizada formação continuada inicial para atendimento específicos das pessoas com deficiência.

O debate tem como proposta subsidiar a formulação de proposições que resultem na melhoria de qualidade de vida e prestação de serviços. Dados do Censo Demográfico 2010, do IBGE, apontam a residência de 128.425 pessoas portadoras de algum tipo de deficiência permanente na capital.

Discussões

Participam dos debates, representantes de 21 instituições de direitos das pessoas com deficiência, da Secretaria de Estado de Trabalho e Assistência Social, Câmara Municipal de Cuiabá, Secretaria Municipal de Saúde, Secretaria Municipal de Educação, Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Instituto Nacional de Seguridade Social, Conselho Estadual de Defesa da Pessoa com Deficiência, Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência, Conselho Municipal de Assistência Social, Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, Conselho Municipal da Pessoa Idosa.

Fonte: http://www.odocumento.com.br

Pessoas com Deficiência pagarão juros mais baixos

As pessoas com deficiência que têm renda mensal de até cinco salários mínimos pagarão juros menores para pegar empréstimos com recursos do microcrédito. O Diário Oficial da União publicou ontem portaria do ministro da Fazenda, Guido Mantega, com a diminuição das taxas da linha de crédito.
Restrita à população com renda de até dez salários mínimos, a linha foi criada em janeiro e concede financiamentos de até R$ 30 mil para a compra de bens por pessoas com deficiência. Até agora, os mutuários pagavam 8% ao ano de juros. Agora, a taxa passou para 7% ao ano para os beneficiários com renda de até cinco salários mínimos. Para os mutuários que ganham de cinco a dez salários mínimos, a taxa foi mantida em 8%.
De acordo com o coordenador-geral de Políticas Sociais da Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Arnaldo Barbosa, a equipe econômica apenas adaptou a linha de crédito às mudanças sugeridas pelo Congresso Nacional. Durante a tramitação da medida provisória, os deputados acolheram emenda da deputada Mara Gabrilli (PSDB-SP) para reduzir os juros às pessoas com deficiência de menor renda.

Acessibilidade é destaque na Casa Cor

O secretário dos Direitos da Pessoa com Deficiência de Curitiba, Irajá de Brito Vaz, visitou nesta quinta-feira (5) as instalações da Casa Cor Paraná 2012, no bairro Batel.

Irajá visitou espaços adaptados com acessibilidade para pessoas com deficiência, mobilidades reduzidas e idosas. “A acessibilidade é uma questão mundial, e não poderia ficar de fora de um evento da importância da Casa Cor Paraná”, disse o secretário.

A Casa Cor aborda neste ano o tema Retrofit, expressão que significa “colocar o antigo em forma”.

No mundo da arquitetura, é o processo de modernização de algum equipamento ultrapassado, reconversão ou reutilização de edifícios para novos usos, mantendo suas características originais.

A Casa Cor 2012 acontece de 1º de junho a 11 julho, na Casa Cultural União Juventus, na Carlos de Carvalho, 389, no Batel.

Fonte: http://www.curitiba.pr.gov.br

Promotoria pede que Rio comprove regularização do serviço educacional para deficientes

A 1ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Proteção à Educação da Capital oficiou recomendação ao município do Rio de Janeiro, com 15 medidas a serem adotadas, para regularizar o sistema educacional para pessoas com deficiência. O município tem 120 dias de prazo para a comprovação das providências adotadas.

A recomendação é uma medida jurídica extrajudicial prevista na Lei da Ação Civil Pública e tem como objetivo resolver problemas que afetem direitos coletivos sem a necessidade de acionar a Justiça.

Segundo informações do Ministério Público Estadual, as ações recomendadas deverão ser executadas para facilitar o acesso de pessoas com deficiência às escolas. Elas abrangem desde a prioridade na matrícula até o número máximo de alunos com necessidades especiais matriculados em creches da capital.

A recomendação prevê ainda que o município disponibilize matrículas, também no horário diurno, para as pessoas com deficiência, maiores de 17 anos, em escolas perto de suas residências e que aloque, no máximo, dois alunos com deficiência nas classe regulares de creches até o 9° ano do ensino fundamental.

Fonte:http://noticias.r7.com

Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas Com Deficiência

No Estado de Santa Catarina a Assembleia Legislativa instalou em setembro de 2011 a Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência que vem desenvolvendo ações importantes no campo das políticas públicas e na promoção da cidadania das pessoas com deficiência.

A Comissão conta com a pareceria da Fundação Catarinense de Educação Especial/FCEE, com a Universidade Federal de Santa Catarina/UFSC e com a Superintendência Regional do Trabalho, além de outras organizações.
Em junho desse ano aconteceu em Florianópolis a III Conferência Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência que levará para o encontro nacional, que está previsto para acontecer dezembro em Brasília, 40 propostas, dentre elas, algumas relacionadas ao acesso a material didático adaptado, recursos de tecnologia e comunicação alternativa e crédito para construção ou reforma.
Este ano, a conferência teve como objetivo principal avaliar, propor, divulgar e acompanhar a implantação da convenção das Organizações das Nações Unidas/ONU a respeito dos direitos da pessoa com deficiência com o tema “Um olhar através da Convenção sobre os direitos da Pessoa com deficiência da ONU: novas perspectivas e desafios“.
A Comissão tem como Presidente o Deputado José Nei Alberton Ascari e como Assessora a Sra. Janice Aparecida Steidel Krasniak.

Fonte: http://algunsriscoserabiscos.blogspot.com.br

Concurso da Polícia Federal é suspenso: Edital não incluía pessoas com deficiência

O STF (Supremo Tribuna Federal) acolheu a reclamação do procurador-geral da República, Roberto Gurgel,  em que pede a suspensão de concursos públicos para o provimento de vagas nos cargos de escrivão, perito criminal e delegado de Polícia Federal. Os editais de números 9/2012, 10/2012 e 11/2012 publicados em junho último — não incluem percentuais para pessoas com deficiência.

A liminar deferida pelo STF, suspende os concursos públicos para os cargos de escrivão, perito criminal e delegado de Polícia Federal, até que a União publique editais retificadores estabelecendo reserva de vagas aos deficientes físicos.

O chefe do Ministério Público alegou que a União descumpriu entendimento do próprio STF, em decisão de março deste ano proferida pela ministra Cármen Lúcia, nos autos de um recurso extraordinário. No despacho, ela baseou-se na jurisprudência firmada pelo Supremo, “que assentou a obrigatoriedade da destinação de vagas em concurso público aos portadores de deficiência física, nos termos do inciso 8 do artigo 37 da Constituição Federal”. (ultimainstancia).

Fonte: http://quarttopoder.com