Pessoas com deficiência terão serviço especializado em João Pessoa

Pessoas com deficiência em condição de dependência – ou seja, que vivem situações que impedem a autonomia – terão, a partir de novembro, um serviço público especializado: os Centros-Dia de Referência.
O projeto será cofinanciado pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) e será implantado experimentalmente emquatro capitais: Belo Horizonte, Campo Grande, Curitiba e João Pessoa.

Para receber os recursos do MDS para o apoio à oferta de serviço socioassistencial pelo Centro-Dia, as cidades-piloto estão recebendo desde esta quarta-feira (8), as visitas técnicas do MDS para a implantação dos centros. A primeira ficou marcada para ser na capital do Mato Grosso do Sul.

Cada Centro-Dia de Referência receberá R$ 40 mil mensais do MDS para despesas de custeio. Essas unidades são espaços de atendimento multidisciplinar, que incluem acompanhamento e assessoramento em todas as atividades da vida diária, atividades recreativas e ocupacionais e orientações à família, entre outros serviços.

Cada Centro-Dia de Referência vai atender até 30 usuários por turno, durante dez horas por dia, de segunda a sexta-feira. O serviço destina-se, prioritariamente, àqueles que recebem o Benefício de Prestação Continuada, em situação de pobreza incluídas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal ou em risco social.

O Centro-Dia dá um suporte à família, não só à pessoa com deficiência. Com o atendimento, o usuário é estimulado a participar também de atividades fora do Centro-Dia, a participar de sua comunidade”, diz a diretora de Proteção Social Especial do MDS, Telma Gomes.

Fonte: http://marifuxico.blogspot.com/2012/08/pessoas-com-deficiencia-terao-servico.html#ixzz2356QENW7

Ônibus deverão ser adaptados às pessoas com deficiência

A ANTT também estabeleceu prazo de 30 dias para as empresas fazerem adaptações menores

A partir de fevereiro do ano que vem, os ônibus de transportes de passageiros interestaduais e internacionais vão ter que estar totalmente adaptados para transportar pessoas com deficiência. O prazo foi estabelecido pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), que poderá multar ou até cancelar a autorização de funcionamento da empresa se algum veículo não assegurar as condições de acessibilidade exigidas.

Os veículos deverão estar adaptados para embarque e desembarque de passageiros, com cadeira de transbordo, plataforma elevatória ou rampa móvel. Os ônibus que fazem linhas de longa distância deverão disponibilizar dois assentos para pessoas com deficiência e, nos semi-urbanos 10% dos assentos devem ser reservados. A comprovação das adaptações deverá constar da documentação dos veículos, após vistoria do departamento de trânsito (Detran) de cada estado.

A ANTT também estabeleceu prazo de 30 dias para as empresas fazerem adaptações menores, como a possibilidade de transportar equipamentos (cadeiras de rodas, muletas), independente do tamanho ou peso, sem pagar a mais por isso. As empresas deverão permitir para deficientes visuais o embarque de cão-guia, adaptar o balcão de vendas de bilhetes e disponibilizar funcionários treinados para auxiliar no embarque e desembarque de pessoas com deficiência.

A superintendente de Serviços de Transporte de Passageiros da ANTT, Sonia Haddad, disse que não deverá haver aumento das tarifas por causa das adaptações exigidas, mas as empresas que comprovarem um desequilíbrio financeiro poderão solicitar a revisão dos preços na agência.

“A preocupação agora não é com a tarifa, e sim fazer com que as empresas adaptem todos os seus veículos e cumpram as normas para que possamos implantar uma política de acessibilidade no transporte”.

As regras de acessibilidade no transporte de passageiros foram estabelecidas por um decreto de 2004, que estabelece critérios básicos para garantir a acessibilidade às pessoas com deficiência e dá um prazo de dez anos para adaptação às normas. Também já existem normas vigentes da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) que tratam do assunto.

A Associação Brasileira de Empresas de Transporte Terrestre de Passageiros (Abrati) dizsse que as regras estabelecidas pela resolução da ANTT não são novas, portanto, já estão sendo cumpridas pelas empresas. “Não há nenhuma dificuldade, isso já é praticado. Tudo que está lá [na resolução da ANTT] é repetição do que consta nas exigências do Inmetro e da ABNT”, diz o superintendente da Abrati, José Luiz Santolin.

Segundo ele, a indústria já está produzindo ônibus adaptados desde 2008 e os mais antigos atendem às regras de acessibilidade com dispositivos como rampas móveis e cadeiras de transbordo.

Fonte: http://www.180graus.com

Sergipe – Estado e Conselho realizam III Conferência da Pessoa com Deficiência

Com o tema “Um olhar através da Convenção da ONU sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência: Novas perspectivas e desafios”, foi realizada nesta terça-feira, 7, a abertura da III Conferência Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência. O evento acontece até esta quarta-feira, 8, e é realizado pelo Conselho Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência (CEDPCD/SE) e o Governo do Estado, através das Secretarias de Estado da Inclusão, Assistência e do Desenvolvimento Social (Seides) e dos Direitos Humanos e da Cidadania (Sedhuc).

A Conferência acontece no Hotel Mercure, na orla de Atalaia, e aborda temas divididos em quatro seguimentos: 1) Educação, esporte, trabalho e reabilitação profissional; 2) Acessibilidade, comunicação, transporte e moradia; 3) Saúde, prevenção, reabilitação, órteses e próteses; e 4) Segurança, acesso à justiça, padrão de vida e proteção social adequados. Nesta etapa, serão escolhidas 40 propostas, dez de cada temática para a etapa nacional.

“Essa conferência  é o resultado do trabalho de uma equipe empenhada que se esforçou e lutou para sua realização. Agradeço a participação de todos, principalmente dos representantes municipais que fizeram questão de estar aqui. Precisamos lutar para conseguir melhores condições de acessibilidade no estado e essa conferência é mais uma oportunidade de termos esses direitos garantidos”, destacou a presidente do Conselho Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Jane Mare Santos da Rocha.

A secretária de Estado da Inclusão Social, Eliane Aquino, participou da abertura. “O Brasil está vivendo um novo momento. Hoje existe uma preocupação em garantir o acesso das pessoas com deficiência às escolas, ao mercado de trabalho, com todos os seus direitos de cidadãos garantidos. Precisamos entender que inclusão das pessoas não deve ser feita apenas por órgãos e instâncias de poder público, mas pela sociedade. A maior e pior deficiência que existe até hoje não é a física, a motora, nem a intelectual, mas o preconceito que está alojado na cabeça de muitas pessoas”.

A etapa estadual é preparatória para a III Conferência Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, que ocorrerá nos dias 3 a 6 de dezembro, em Brasília, para a qual Sergipe elegerá 14 delegados dentre os eleitos nas Conferências e Fóruns realizados.

O secretário de Estado dos Direitos Humanos e da Cidadania, Luiz Eduardo Oliva, destacou os avanços obtidos em favor das pessoas com deficiência. “Sabemos que ainda temos muito a realizar para atender aos direitos e as necessidades das pessoas com deficiência, porém tenho muita convicção que Sergipe avançou significativamente nesse processo. Esta conferência é uma prova dessa mudança. Em breve lançaremos em Sergipe o plano Viver sem Limites, do Governo Federal. Para a assinatura do termo de adesão, contaremos com a presença da ministra dos Direitos Humanos, Maria do Rosário”.

A secretária adjunta de Estado da Saúde, Joelia Silva Santos, representou o secretário Sílvio Santos e destacou o trabalho do Governo. “Desde 2007, o Governo de Sergipe vem se empenhando para mudar a realidade das pessoas com deficiência no estado, buscando sempre trabalhar com a questão da intersetorialidade para garantir os direitos desses cidadãos de forma plena, através da saúde, educação, assistência social. O Governo dará mais um grande passo com instalação de um Centro de Atendimento Integrado para pessoas com deficiência. Já estão sendo celebrados  os convênios para a construção desse espaço em Sergipe. Essa é mais uma prova do compromisso e dedicação desse Governo que luta sempre por um Sergipe Mais Justo”.

O representante do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência destacou que “Sergipe vive um momento ímpar em relação à execução de políticas públicas voltados para a garantia de direitos das pessoas com deficiência do Estado. Sergipe está de parabéns por dar mais apoio, suporte e atenção a esse segmento da população”.

Ainda participaram do encontro Petrônio Barros, representante do Tribunal de Contas do Estado, Ana Galgane Paes, promotora de Justiça do Ministério Público Estadual e Marco Antônio Ferraz, presidente da Associação de Membros e Amigos dos Diabéticos de Sergipe e o representante da Comissão de Comunicação Social do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Roberto Paulo do Vale Tiné. O evento também contou com apresentações culturais do grupo Talt, de Aracaju; do grupo Loucurarte, de Nossa Senhora da Glória; do grupo de alunas do projeto Arte na Escola, de Nossa Senhora do Socorro; e de Ana Jéssica e o Grupo Tambores do Sertão, de Nossa Senhora da Glória.

Fonte: http://www.grandearacaju.com.br

Associação recruta pessoas com deficiência no Centro-Oeste de MG

A Associação dos Deficientes do Centro-Oeste (Adefom) está recrutando pessoas com deficiência para preencher vagas de trabalho em Divinópolis e região. As contratações de deficientes são obrigatórias por lei para empresas que tenham acima de 100 funcionários. A cota vai de 2% a 5% do quadro de trabalhadores.

O objetivo da Adefom é orientar os deficientes para as vagas de emprego disponíveis em várias empresas da cidade e municípios vizinhos. De acordo com a associação, atualmente, são cerca de 150 vagas em aberto.

Os interessados devem levar os documentos pessoais, como carteira de identidade, CPF e comprovante de endereço na Adefom, que fica na Rua Afonso Pena, nº 430, no Bairro Manoel Valinhas. Outras informações pelo telefone  (37) 2101-4477.

Fonte: http://g1.globo.com

Programas beneficiam pessoas com deficiência no mercado de trabalho

O assunto frequente e, aos poucos, faz parte de discussões dos programas de políticas do governo, empresas e entidades de qualificação profissional.
No início deste mês, o Diário Oficial da União pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), em parceria com os ministérios da Educação, do Trabalho e Emprego, e com a Secretaria de Direitos Humanos (SDH), divulgou que a partir deste mês os municípios brasileiros terão de identificar pessoas com deficiência que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC).
Os assistidos deverão ter entre 16 e 45 anos, para participar do Programa BPC Trabalho, que visa oferecer aos beneficiários acesso ao trabalho, programas de aprendizagem e qualificação profissional. O BPC irá intermediar a oferta e a demanda de mão de obra de pessoas com deficiência, considerando as habilidades e os interesses dos trabalhadores e incentivando autônomos, empreendedores e cooperativas por meio do acesso ao microcrédito.
Em Bagé, a assistente social da Associação de Pais e Alunos Especiais, Jurema Martirena da Silva, conta que a mais de um ano, a APAE vem desempenhando o processo de indicação dos assistidos ao mercado de trabalho através das exigências das empresas. “As empresas nos procuram desde que começamos a desempenhar esse trabalho de inclusão empresarial com os deficientes assistidos pela APAE”. As redes de supermercado, farmácias, lojas, empresas de ônibus, indústrias buscam acrescer jovens e adultos portadores de necessidades especiais. A assistente conta que, há muita procura da parte empresarial. Porém, a única dificuldade encontrada, é com a negativa da família diante a esse processo. “Na maioria das vezes, os pais dos jovens e adultos não aceitam que eles vão ao mercado de trabalho com medo de perder o auxílio-benefício. Existe muita negativa dos pais dos assistidos quando o assunto é inclusão no mercado de trabalho. Nossa luta é poder incluir eles nas redes de trabalho para que se sintam mais íntegros na sociedade”, encerra.
A maioria dos assistidos sofre com déficit cognitivo,e sete deles já estão atuando no mercado de trabalho.
O funcionário de uma drogaria, Gustavo Campão da Silva, de 28 anos, portador de deficiência mental, assistido pela APAE, trabalha a um ano como repositor de mercadoria. “Procuro sempre me interar com os colegas e desempenhar minha função bem”, conta.
Evelen Santos da Silva, de 28 anos, é deficiente auditiva, e trabalha em uma farmácia da cidade como auxiliar no setor de almoxarifado a mais de dois anos. Para ela, as dificuldades existentes não a fazem desistir de sua profissão. “Sinto-me bem trabalhando, consigo desempenhar meus afazeres perfeitamente. As dificuldades foram mínimas, nada que eu não as supere”, disse.
O jovem Douglas Moreira Trindade, de 19 anos, sofre de paralisia infantil e trabalha a um ano, em uma farmácia na cidade. “É um estímulo que os empresários nos dão. Eles me tratam bem, cuidam de mim, desempenho o trabalho de acordo com minhas limitações”, explica.
Já para a Denise Neves da Silva, de 24 anos, que sofre de déficit de atenção e dificuldade em aprendizado, e hiperatividade avançada, conta que há oito meses procurava por emprego, e sempre foi rejeitada. “Sempre foi complicado pra eu conseguir emprego, ninguém me aceitava devido ao meu problema mental, e de falta de atenção. Hoje trabalho no setor de reposição de mercadoria desempenhando minhas funções muito bem. Além desse setor, ajudo no que posso os meus colegas. Sinto-me vitoriosa”, encerra.
Em países de primeiro mundo, todas as empresas são obrigadas a terem entre seus funcionários, trabalhadores portadores de deficiência física. No Brasil essa exigência virou lei há mais de 13 anos no país. Quem não as cumprir, terá que pagar multas e indenizações que podem ultrapassar R$1 milhão. A Lei nº 8.213, de julho de 1991 estabelece cotas para a contratação de portadores de deficiência física e pelo decreto nº 3.298 de dezembro de 1999 estabelece normas para a integração dos deficientes para o mercado de trabalho.

Fonte: http://www.jornalminuano.com.br

MDS financia pesquisa sobre pessoas com deficiência na escola

Crianças e adolescentes com deficiência que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC) desde 2011 passarão por pesquisa sobre a permanência ou não na escola. O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) vai repassar recursos para que os municípios preencham questionário com os beneficiários, identificando as barreiras ao acesso e à permanência nas instituições de ensino. Atualmente, dos 455 mil beneficiários do programa com até 18 anos, 68% estão na escola. O MDS publicou na sexta-feira (27) portaria que estabelece critérios para concessão das verbas.

Podem receber recursos do MDS os 1,9 mil municípios que aderiram ao programa BPC na Escola. Os governos locais recebem R$ 40 por questionário respondido e inserido nos sistemas do ministério. A verba se destina ao custeio da pesquisa. Devem responder ao questionário apenas os beneficiários novos. Devido à legislação eleitoral, os repasses só poderão ocorrer após o pleito municipal.

Desde o fim de 2008, os municípios que aderiram ao programa estão fazendo pesquisa domiciliar para verificar as principais dificuldades dos beneficiários em se matricular na escola e permanecer nela. A coordenadora-geral da Gestão de Beneficiários do MDS, Elyria Bonetti Credidio, explica que os resultados preliminares da primeira adesão ao programa – até 2010 – apontavam como barreiras a falta de cuidadores que acompanhassem os alunos e a carência de equipamentos.

Ainda este ano, o MDS deve divulgar o resultado desta primeira fase, a partir do estudo de uma consultoria que analisou os questionários por tamanho de município. “Identificadas às dificuldades, os gestores municipais têm de desenvolver ações intersetoriais para superá-las”, informa Elyria.

O BPC é um benefício individual, não vitalício e intransferível, que assegura a transferência mensal de um salário mínimo a idosos, com 65 anos ou mais, e a pessoas com deficiência, de qualquer idade, com impedimentos de longo prazo, de natureza física, mental, intelectual ou sensorial. Para receber o benefício, a renda mensal familiar per capita deve ser inferior a um quarto do salário mínimo.

O BPC na Escola visa garantir condições para o desenvolvimento da autonomia, participação social e emancipação de crianças e adolescentes com deficiência, estimulando a inserção deles no ambiente escolar. Elyria explica que, por estarem em situação de vulnerabilidade social, eles precisam do apoio do Estado para entrar e permanecer na escola, tendo garantido o direito à educação.

Fonte:http://www.direitosdacrianca.org.br/

 

Apiscae oferece curso de empregabilidade para pessoas com deficiência

APISCAE está com inscrições abertas para o curso de Empregabilidade (carga horária de 28 horas/aula). O objetivo do curso é informar a pessoas com deficiência os direitos garantidos de inserção no mercado de trabalho; falar sobre postura profissional e fornecer técnicas para elaborar um bom currículo profissional.

O início do curso está previsto para o dia 22 de agosto, com aulas somente nas quartas-feiras, das 08h30 às 11h30. Ao final do curso os alunos receberão certificado de participação.

A entidade informa ainda que está com vagas abertas para pessoas com deficiência.

Confira as oportunidades:

TIGRE
Necessário Ensino Fundamental Completo.
Cargo:
Operador de Expedição _ Área: Centro de Distribuição
Horário: 13h30 às 22h00
Operador de Manufatura I _ Área: Injeção
Horário: 22h00 às 05h00 _ 05h00 às 13h30 _ 13h30 _ 22h00
Salário: R$ 4,35 por hora _ R$ 957,00
Revezamento 6×2
Benefícios:
Plano de Saúde Bradesco com co-participação só quando usa
Plano odontológico
Seguro de vida
PPR
Convênio Farmácia com subsídio de 50 % na compra de medicamentos
Ser Tigre
Bolsa de Estudos depois de um ano de empresa
Transporte especial que passa nas principais ruas de Joinville.

BRITÂNIA
CARGO: Para trabalhar em três setores distintos:
Injeção
Montagem
Expedição
Tarefas: Irá realizar: conferência de notas fiscais, organização do pátio, rebarbação das peças injetadas, carrinho para a linha de montagem e expedição.
Empresa possui dois horários:
Área de injeção: de segunda-feira á sábado
Área de montagem: de Segunda a sexta-feira 05:00 14:48 14:48 00:42
Salário: R$ 920,00
Benefícios da Britânia:
VT + Alimentação no local + PPR (2x no ano) + Cesta básica (assiduidade) + Plano de Saúde Completo (que estende ao cônjuge e filhos) + Plano Odontológico (após 90 dias de experiência) + Convênio com Farmácias (Sesi e Drogaria Catarinense).

Interessados no curso ou vagas de trabalho favor entrar em contato pelo fone  (47) 8892-5046 ou pelo e-mail psicoapiscae@hotmail.com.

Fonte: http://wp.clicrbs.com.br/maosdadas/2012/08/08/apiscae-oferece-curso-de-empregabilidade-para-pessoas-com-deficiencia/?topo=84,2,18,,,84

Gestores e técnicos discutem direitos humanos e pessoas com deficiência

Cerca de 300 pessoas, entre gestores municipais da assistência social, educação, saúde e técnicos, participaram durante três dias (31 a 1º de agosto) do seminário Direitos Humanos e a Política da Pessoa com Deficiência, no Hotel Ouro Branco. O evento, promovido pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Humano (Sedh) e a Fundação Centro de Apoio Integrado ao Portador de Deficiência (Funad), contou palestras como “Política Assistência Social e Proteção Social para as Pessoas com Deficiência”.

A representante do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), Ana Luisa Coelho Moreira, ressaltou que uma das grandes ações do Plano Viver sem Limite é a implantação da Residência Inclusiva e do Centro Dia, que são equipamentos estruturados para acolher as pessoas com algum tipo de deficiência.

“João Pessoa é uma das capitais que foi contemplada com a implantação do Centro Dia e da Residência Inclusiva, que são espaços para acolher as pessoas com deficiência. Esses espaços serão cofinanciados com o Estado”, destacou Ana Luisa.

Fortalecimento – Com a capacitação, os participantes serão multiplicadores do Plano Viver sem Limite do Governo Federal nos municípios paraibanos.

A assistente social Joana Luna, que trabalha no Centro de Referência da Assistência Social (Cras) de Riacho do Poço, disse que está saindo fortalecida do evento. “Tem sido muito importante este seminário porque ampliamos o nível de conhecimento para implantar no nosso município, que ainda precisa avançar. Temos algumas ações como acessibilidade nas ruas e estamos estruturando as salas para atendimento às pessoas com deficiência”, afirmou.

Ações – A secretária Cida Ramos enfatizou que o Governo do Estado com a promoção de eventos como o seminário visa concentrar ações para pessoas com deficiência em várias áreas e lembrou algumas realizações governamentais.

“O Governo do Estado vem realizando ações na área de reabilitação, fazendo com que a Funad seja interiorizada; também estamos qualificando profissionais para que possam atender melhor as pessoas que têm algum tipo de deficiência e estamos cofinanciando as Residências Inclusivas e Centros Dia, que são espaços específicos para atender as pessoas com deficiência. A princípio teremos um em João Pessoa e outro em Santa Rita”, disse.

Avanços – Segundo a coordenadora da política da pessoa com deficiência da Sedh, Gabrielly Tayanne, a Paraíba tem avançado nas ações de atenção a pessoa com deficiência.

Ela destacou que a Paraíba foi o segundo estado a implantar o Comitê Gestor de Políticas de Inclusão das Pessoas com Deficiência. O Plano Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência começou a ser elaborado e foram realizados sete Fóruns Regionais sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência nos municípios de Guarabira, Patos, Souza, Monteiro, Campina Grande, João Pessoa e Picuí em conjunto com a Funad.

Ainda de acordo com Gabrielly, outra iniciativa positiva foi o Seminário de “Qualificação Intersetorial de Fortalecimento da Política da Pessoa com Deficiência no Estado da Paraíba”, realizado em João Pessoa para 320 pessoas, entre gestores da política da assistência social, da saúde e da educação.

Por fim, ela acrescentou que o Governo do Estado está cofinanciando a implantação de uma Residência Inclusiva e um Centro Dia de Referência para pessoa com deficiência em João Pessoa e que foi implantado o Grupo Gestor Estadual do Programa BPC na Escola. Ainda de acordo com Gabrielly Tayanne, a Sedh também está acompanhando e apoiando os municípios para a adesão e renovação do Programa BPC na Escola.

Ascom Sedh

AS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA PRECISAM SE APROPRIAR DOS SEUS DIREITOS

No seminário da 3ª Caravana da Inclusão, Acessibilidade e Cidadania, realizado em Botucatu, no último dia 4 de agosto, a secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Linamara Rizzo Battistella, lembrou a importância da caravana “para que todos nós possamos usufruir em igualdade de condições os bens, produtos e serviços o mundo atual. Por isso precisamos de espaço como esse para mostrarmos os direitos constitucionais para as pessoas com deficiência”.

A secretária foi prestigiar a caravana no município e destacou o papel do prefeito João Cury, na interlocução com o Governo do Estado, notadamente com a “nossa secretaria”.

A Dra. Linamara Rizzo Battistella fez elogios, também, à sede da APAE, de Botucatu local do evento. A entidade foi representada pelo presidente Paulo Roberto Jesuino.

A Secretaria de Desenvolvimento Social também hipotecou apoio à caravana, ao lado da Secretaria de Emprego e Relações do Trabalho. A primeira foi representada pelas diretoras regionais de Bauru, Amélia Maria Sibar e de Jaú, Maria Perroni. A Secretaria de Relações do Trabalho, pela Marinalva Cruz.

O presidente da Uvesp, Sebastião Misiara abriu o seminário em companhia do Assessor em Política de Inclusão Social de Botucatu, Paulo Malagute e o Secretário adjunto da Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Marco Pellegrini.

Misiara, mais uma vez, conclamou as pessoas da sociedade civil, que busquem compromissos dos candidatos à prefeitura e câmara, com as políticas de inclusão. “Os líderes certamente encontrarão nas pessoas com deficiência, todas as lições necessárias ao desenvolvimento social, moral, ético da sociedade brasileira”, disse o presidente da Uvesp.

O secretário Pellegrini mais uma vez destacou a importância da caravana. “Nas realizações das duas caravanas anteriores, vimos com clareza que os resultados ficaram concentrados nas políticas públicas de inclusão nos municípios das regiões por onde passamos”. Referindo-se às caravanas realizadas em 2010 e 2011.

Os técnicos, Flavia Vital, Marinalva Cruz, Vanilton Senatore e Carlos Cruz, destacaram os programas à disposição das pessoas com deficiência pelo Governo do Estado.

O desfile de moda inclusiva tem o tom das demonstrações de superação vividas por pessoas com deficiência.

O próximo evento acontece dia 18 de Agosto em Garça.

Inclusão das Pessoas com Deficiência no Mercado de Trabalho: Prevenção, Segurança e Saúde no Trabalho”

Data: 07/08/2012

Local: São Paulo

Estão abertas as inscrições para o V Curso “Inclusão das Pessoas com Deficiência no Mercado deTrabalho: Prevenção, Segurança e Saúde no Trabalho”. Os encontros serão realizados todas as terças, de 7 de agosto a 4 de setembro,no CTN da Fundacentro, com exceção do dia 21/08, quando a aula será ministrada na empresa Serasa Experian.

Os docentes discutirão os aspectos médicos e psicossociais da legislação voltada para as pessoas com deficiência na área do trabalho e previdência. Refletirão sobre as dificuldades que as pessoas com deficiência encontram para se incluir no mercado de trabalho, e vão relatar também experiências bem sucedidas.

Além da modalidade presencial de 33 horas, o curso oferece uma complementação  virtual optativa de 16 horas. A parte do curso à distância é desenvolvida em Ambiente Virtual de Aprendizagem, no caso, o Moodle. A ideia é promover a interação entre professor e alunos com fóruns de debates, questionários de pergunta e resposta, entre outras.

Com o objetivo de propiciar o aprimoramento técnico-científico, o curso é aberto a profissionais que trabalham na área de segurança e saúde do trabalhador, tanto os que atuam no setor privado como no público (Cerest, SRTE e SUS). Para se inscrever, acesse o portal da Fundacentro, clique no link curso e depois calendário – mês de agosto, e selecione o curso desejado.

Para acessar o conteúdo programático, clique  aqui